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Intermediários Profissionais

Parceiro Corporativo e Fiduciário na Maurícia para Intermediários Profissionais

Um ponto de contacto único na Maurícia para constituição de sociedades, trusts e administração fiduciária, a trabalhar lado a lado com o parceiro que aconselha o cliente final.

Fiduciários, prestadores de serviços corporativos, escritórios de advogados, consultores fiscais, gestores de património e family offices necessitam cada vez mais de uma contraparte na Maurícia para clientes que procuram uma sociedade, um trust, uma fundação ou uma estrutura holding na ilha. Somos a equipa Company Mauritius, uma marca da Sunibel Corporate Services Ltd, uma sociedade gestora licenciada pela Financial Services Commission (FSC) da Maurícia e membro do grupo Probus Pleion, com sede em Grand Baie e Quatre Bornes. O nosso papel é tratar da vertente mauriciana do mandato — constituição, licenciamento, sede social, secretariado societário, contabilidade, cumprimento fiscal e administração contínua — enquanto o parceiro permanece o profissional em quem o cliente final já confia. Alguns elementos não podem ser delegados: enquanto sociedade gestora licenciada pela FSC, temos de realizar nós próprios a diligência devida (customer due diligence) sobre o cliente final, identificar os beneficiários efetivos ao abrigo da Financial Intelligence and Anti-Money Laundering Act da Maurícia, assinar os documentos de contratação relativos à entidade mauriciana, e apresentar os registos junto da FSC e da Mauritius Revenue Authority. Dentro deste enquadramento, a colaboração pode assumir formas diferentes, desde uma simples introdução até um modelo mais conduzido pelo parceiro, acordado caso a caso. Trabalhamos nas áreas de constituição de sociedades (sociedade doméstica, Global Business Licence, Authorised Company), trusts e fundações, estruturas de fundos, apoio a requisitos de substância, apoio à abertura de contas bancárias e pedidos de autorização de residência, em inglês e francês. Esta página explica como se estrutura uma relação de trabalho, o que permanece a cargo da sociedade gestora por razões regulatórias, e o que um parceiro pode esperar preparar antes de abrir um primeiro processo.

Porquê Trabalhar Connosco

Relação conduzida pelo parceiro

O parceiro pode manter-se como ponto de contacto e consultor principal do cliente ao longo de todo o processo. O trabalho de constituição, licenciamento, secretariado e conformidade na Maurícia é realizado por uma sociedade gestora licenciada pela FSC, pelo que a relação com o cliente que o parceiro construiu não precisa de ser entregue para ser corretamente servida.

Formalidades mauricianas tratadas por uma sociedade gestora licenciada

A constituição, a sede social, os registos de secretariado societário e o reporte regulatório contínuo são tratados por uma sociedade gestora licenciada pela FSC presente na Maurícia, pelo que um parceiro sem presença local pode, ainda assim, oferecer aos seus clientes uma estrutura mauriciana devidamente constituída e administrada.

Ampla gama de estruturas disponíveis

O âmbito abrange sociedades domésticas, sociedades com Global Business Licence, Authorised Companies, trusts, fundações e estruturas de fundos, pelo que um parceiro pode concentrar a maioria dos mandatos relacionados com a Maurícia numa única contraparte, em vez de procurar especialistas diferentes para cada tipo de entidade ou estrutura.

Administração e conformidade contínuas

Para além da constituição inicial, a sociedade gestora trata das obrigações recorrentes de uma entidade mauriciana: registos contabilísticos, declarações fiscais, relatórios anuais, requisitos de substância quando aplicável, e comunicação com a FSC e a Mauritius Revenue Authority, garantindo que a estrutura se mantém em situação regular ao longo do tempo.

Inglês e francês

Os processos dos clientes, a correspondência e as discussões de estruturação podem ser conduzidos em inglês ou em francês, o que abrange a maioria dos escritórios parceiros e clientes finais com quem trabalhamos na Europa e em África, sem necessidade de uma etapa de tradução intermédia, desde o primeiro contacto até ao reporte contínuo.

Confidencialidade ao abrigo do direito mauriciano

A informação sobre clientes e estruturas é tratada ao abrigo do direito mauriciano e das normas profissionais aplicáveis, dentro dos limites impostos pelas obrigações de conhecimento do cliente (know-your-customer) e de combate ao branqueamento de capitais que uma sociedade gestora licenciada pela FSC deve cumprir para cada cliente final que aceita, independentemente do modelo de trabalho aplicado ao mandato.

Modelos de Trabalho

Introdução

O parceiro apresenta um cliente com uma necessidade na Maurícia e mantém-se envolvido como consultor do cliente ao longo de todo o mandato. A sociedade gestora assume diretamente com o cliente o trabalho relativo à Maurícia, incluindo a diligência devida que é obrigada a realizar enquanto entidade licenciada pela FSC, e mantém o parceiro informado à medida que o processo avança. Este modelo é adequado para um parceiro que pretenda ver resolvida a necessidade mauriciana de um cliente sem assumir a administração do dia a dia, mantendo-se, ao mesmo tempo, o profissional a quem o cliente recorre para aconselhamento mais amplo. Os termos da introdução, e qualquer envolvimento contínuo esperado do parceiro, são acordados caso a caso antes de se abrir um processo.

Conduzido pelo parceiro / white label

O parceiro lidera a relação com o cliente e o aconselhamento junto deste, enquanto a sociedade gestora trabalha nos bastidores nas formalidades mauricianas: constituição, sede social, registos de secretariado, contabilidade e conformidade. Este modelo funciona dentro dos limites impostos pelas obrigações de conhecimento do cliente, uma vez que a sociedade gestora tem de identificar ela própria o cliente final e os beneficiários efetivos da estrutura, e assinar os documentos de contratação relativos à entidade mauriciana. Dentro dessa condicionante, a comunicação diária com o cliente e o aconselhamento podem permanecer a cargo do parceiro, mantendo-se o papel da sociedade gestora essencialmente administrativo. A divisão exata de tarefas e comunicação é definida caso a caso para cada colaboração.

O que permanece a cargo da sociedade gestora

Independentemente do modelo de trabalho escolhido, alguns elementos não podem ser delegados ao parceiro porque a lei mauriciana os atribui à própria entidade licenciada. A sociedade gestora tem de realizar a diligência devida sobre o cliente final e identificar os beneficiários efetivos da estrutura, ao abrigo da Financial Intelligence and Anti-Money Laundering Act. Assina os documentos de contratação relativos à entidade mauriciana e apresenta a informação exigida junto da FSC e da Mauritius Revenue Authority em seu próprio nome. Trata-se de uma exigência legal e não de uma preferência, e é explicada ao parceiro logo no início da conversa, e não descoberta a meio de um mandato.

Como Decorre Habitualmente um Mandato

1

Conversa inicial

Uma primeira conversa para compreender o objetivo do cliente, o tipo de estrutura previsto, e qual o modelo de trabalho — introdução ou conduzido pelo parceiro — mais adequado ao mandato.

2

Análise do processo do cliente e da estrutura

A sociedade gestora analisa a informação disponível sobre o cliente e a estrutura proposta, para confirmar que se enquadra num âmbito que pode apoiar e para identificar o que mais é necessário antes do onboarding.

3

KYC e onboarding do cliente final

Enquanto entidade licenciada pela FSC, a sociedade gestora realiza a diligência devida diretamente junto do cliente final e identifica os beneficiários efetivos, conforme exigido pelo enquadramento mauriciano de combate ao branqueamento de capitais.

4

Constituição ou implementação

O veículo mauriciano relevante — sociedade, GBC, Authorised Company, trust ou fundação — é constituído, são estabelecidas a sede social e as disposições de secretariado, e são efetuados os registos exigidos.

5

Administração contínua e reporte ao parceiro

A contabilidade, o cumprimento fiscal, as declarações anuais e outras obrigações recorrentes são geridas de forma contínua, com reporte ao parceiro sobre o estado do mandato.

O Que um Parceiro Normalmente Prepara

  • Uma breve descrição do perfil do cliente e do objetivo da estrutura mauriciana
  • O tipo de estrutura previsto, quando já conhecido (sociedade, GBC, Authorised Company, trust, fundação, fundo)
  • Informação preliminar sobre a origem dos fundos
  • Documentos de identificação do cliente e dos beneficiários efetivos da estrutura
  • Um plano de negócios preliminar, quando relevante para o tipo de licença ou autorização pretendida

Perguntas frequentes

Posso continuar a ser o principal consultor do meu cliente?
Na maioria dos modelos de trabalho, sim. Numa introdução, o parceiro mantém-se como o consultor a quem o cliente recorre e permanece envolvido ao longo de todo o mandato. Num modelo conduzido pelo parceiro, este lidera a relação com o cliente e o aconselhamento prestado, enquanto a sociedade gestora trabalha nos bastidores nas formalidades mauricianas. A única condicionante é regulatória e não comercial: enquanto entidade licenciada pela FSC, a sociedade gestora tem de identificar ela própria o cliente final e os beneficiários efetivos da estrutura, o que implica algum contacto direto que não pode ser evitado.
Vão contactar o meu cliente diretamente?
Na medida exigida pelas obrigações de conhecimento do cliente, sim: a sociedade gestora tem de realizar a diligência devida diretamente sobre o cliente final e identificar os beneficiários efetivos da estrutura, uma vez que a lei mauriciana atribui essa responsabilidade à própria entidade licenciada, e não ao parceiro que efetua a introdução. Fora dessa etapa específica, a relação mantém-se conduzida pelo parceiro sempre que o modelo de trabalho escolhido o permita, e a extensão do contacto direto é discutida com o parceiro antes de se abrir um processo, e não descoberta mais tarde.
Que estruturas podem apoiar?
O âmbito abrange sociedades domésticas para negócios na Maurícia ou com a Maurícia, sociedades com Global Business Licence e Authorised Companies para estruturação internacional, trusts (incluindo trusts discricionários e private trust companies), fundações e estruturas de fundos. A escolha adequada depende do objetivo do cliente, da residência fiscal e de considerações de substância, sendo discutida caso a caso e nunca assumida à partida.
Em que línguas trabalham?
Os processos dos clientes, a correspondência e as chamadas podem ser conduzidos em inglês ou em francês, o que abrange as línguas de trabalho da maioria dos escritórios parceiros e clientes finais com quem lidamos na Europa, em África e além. A documentação para os registos na Maurícia é preparada em inglês, em linha com a prática corporativa e regulatória habitual da Maurícia.
Como são acordados os termos de uma colaboração?
Não existe uma grelha padrão aplicada a todos os parceiros. Uma vez definido o modelo de trabalho — introdução ou conduzido pelo parceiro —, o âmbito das responsabilidades de cada parte, a informação trocada e o funcionamento diário da relação são estabelecidos caso a caso para essa colaboração, tendo em conta o tipo de clientes habitualmente referenciados e as estruturas geralmente envolvidas.
Quanto tempo demora normalmente um mandato?
O prazo depende do tipo de estrutura, da integralidade da informação fornecida e, quando está envolvida uma autorização ou licença, do tempo de tramitação da autoridade mauriciana competente, que não controlamos nem podemos garantir antecipadamente. Em vez de indicar uma duração fixa, delineamos as etapas envolvidas para a estrutura específica em causa depois de analisado o processo do cliente.
Podem trabalhar com escritórios sediados nos Emirados Árabes Unidos?
Sim, tal como com escritórios sediados noutros locais: um fiduciário, escritório de advogados ou family office sediado nos Emirados Árabes Unidos pode referenciar um cliente para uma sociedade, trust, fundação ou estrutura holding na Maurícia, incluindo casos em que o cliente detém também uma entidade nos Emirados e as duas estruturas coexistem lado a lado. Não temos escritório nem equipa sediados nos Emirados Árabes Unidos; o trabalho relativo à Maurícia é realizado a partir dos nossos escritórios em Grand Baie e Quatre Bornes, tal como para qualquer outro parceiro.
As informações contidas nesta página têm caráter meramente indicativo e não constituem aconselhamento jurídico, fiscal ou regulatório. Procure sempre aconselhamento profissional adequado à sua situação.